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	<title>Joildo Santos &#187; petróleo</title>
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	<description>Sobre os ombros de gigantes</description>
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  <title>Joildo Santos</title>
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		<title>Os fracassados privatizadores do pré-sal, da Petrobrás e do Brasil</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Oct 2010 16:24:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joildo Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[petróleo]]></category>

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		<description><![CDATA[Do Hora do Povo 2910
Os fracassados privatizadores do pré-sal, da ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Do <a href="http://www.horadopovo.com.br/2010/outubro/2910-29-10-2010/P8/pag8a.htm">Hora do Povo 2910</a></p>
<blockquote><p><strong>Os fracassados privatizadores do pré-sal, da Petrobrás e do Brasil</strong></p>
<p><em>CARLOS LOPES</em></p>
<p>Há alguns dias, Dilma Rousseff fez a observação de que, quanto ao petróleo do pré-sal, manter o regime de concessões implantado por Fernando Henrique, Serra e outros carreiristas da traição, significa, pura e simplesmente, privatizá-lo. Serra pode negar – e mentir – o quanto quiser, mas a observação de Dilma é exata. Inclusive nas áreas fora do pré-sal, a privatização do petróleo, depois da lei que estabeleceu o regime de concessões, só não aconteceu porque nelas &#8211; já veremos por que &#8211; a Petrobrás teve condição de arrematar a maioria dos lotes em leilão.</p>
<p>  Não há nada de surpreendente nessa constatação, pois o objetivo da lei do governo Fernando Henrique sempre foi esse, o que foi expresso por seu próprio genro, David Zylbersztajn, nomeado para a diretoria-geral da Agência Nacional do Petróleo, que declarou, na sua posse, em 1998, aos representantes das multinacionais: “O petróleo é vosso!”. Portanto, eles mesmos disseram qual era o objetivo da lei de concessões.</p>
<p>  Por que, então, as multinacionais não usaram o seu maior poder financeiro para ganhar os leilões nas áreas fora do pré-sal? Porque teriam de investir com risco de não encontrar petróleo, numa modalidade de exploração – aquela feita em águas profundas – em que, ao contrário da Petrobrás, e como se viu recentemente no desastre do Golfo do México, não são lá muito competentes (por exemplo, o principal poço do Mar do Norte, o de Captain, encontra-se sob uma lâmina d’água de apenas 107 metros – no pré-sal, via de regra, a lâmina d’água é de mais de 2.000 metros). Além disso, 80% do petróleo extraído nessas áreas é o chamado “petróleo pesado”. O Centro de Pesquisas da Petrobrás (Cenpes) desenvolve, já há algum tempo, um programa para melhorar o aproveitamento do petróleo pesado. Porém, só recentemente a Shell iniciou programa semelhante. A dificuldade em relação ao petróleo pesado não está apenas no refino, o que já é um problema grande. Mas, como diz uma publicação especializada, “a extração do óleo pesado é extremamente mais complexa e mais cara que a do óleo leve” &#8211; enquanto seu preço é mais barato do que o óleo leve. (cf. “O desafio do óleo pesado””, Power, nº 15, pág. 20). Atualmente, o preço do barril desse petróleo está cerca de US$ 15 abaixo do petróleo leve padrão, o Brent.</p>
<p>  Portanto, as multinacionais não se aproveitaram da sofreguidão entreguista de Fernando Henrique, Serra, Zylbersztajn e outros patifes porque estavam explorando áreas mais lucrativas – o que permitiu que a Petrobrás arrematasse a maioria dos lotes.</p>
<p>  A mesma condição, no entanto, não se repete no pré-sal. É evidente que, devido a abundância de petróleo leve e à ausência de risco exploratório (na prática, inexiste a possibilidade de não encontrar petróleo no pré-sal), o interesse das multinacionais, com um poder financeiro muito maior do que a Petrobrás – pois têm por trás delas os grandes bancos dos EUA, Inglaterra e outros países &#8211; é imensamente maior no pré-sal do que nas outras áreas.</p>
<p>  Portanto, leilões para conceder lotes no pré-sal – concessões em que todo o petróleo extraído pertence à companhia que o retirar – significam dar esse petróleo ao cartel externo, àquele grupo de ladrões antes conhecidos como “sete irmãs”, e que hoje não chega nem a sete empresas multinacionais. Portanto, a manutenção da lei tucana nessa nova reserva petrolífera seria, exatamente, uma privatização e uma desnacionalização do nosso petróleo.</p>
<p>  É significativo que assessores e cúmplices de Serra como Zylbersztajn, Velloso &#8211; e agora Luciano Almeida, secretário no governo de São Paulo – defendam o regime de concessões no pré-sal, com o argumento de que o governo obteria recursos imediatos com o “bônus de assinatura”. É exatamente esse “bônus” (dinheiro pago no leilão de concessões) que favorece às multinacionais – a Petrobrás tem menos condições financeiras do que elas de pagar um maior bônus de assinatura para ganhar um leilão. Na verdade, o “bônus de assinatura” faz com que as multinacionais ganhem os leilões que quiserem e deixem para a Petrobrás o que elas quiserem – ou nada. Nesse regime de concessões, ganha quem tem mais dinheiro.</p>
<p>  O novo modelo – o regime de “partilha de produção” &#8211; ao introduzir, caso haja leilão (que não é obrigatório, podendo o governo designar áreas diretamente para a Petrobrás), a quantidade de petróleo destinada à União como critério (daí a palavra “partilha”), impede as multinacionais de usarem seu maior poder financeiro para se apropriar do pré-sal. No regime de partilha, a Petrobrás tem muito melhores condições de oferecer uma parte maior do petróleo à União. E, ao determinar que a Petrobrás seja a operadora única, com participação em todas as áreas, permite um controle maior do país e do povo sobre a exploração das reservas.</p>
<p><strong>RUPTURA</strong></p>
<p>  As reservas na camada pré-sal são uma conquista do governo Lula, pois era impossível, no governo anterior, que a empresa, apesar de estudar a camada pré-sal há muito, fizesse os investimentos necessários para efetuar essa descoberta.</p>
<p>  Como lembrou Fernando Siqueira, presidente da Associação dos Engenheiros da Petrobrás (Aepet), ainda como ministro da Fazenda, “Fernando Henrique Cardoso deu início a uma manipulação da estrutura de preço do petróleo na qual ele, nos seis meses anteriores à URV — e, depois, o plano real —, fez uma transferência de faturamentos nos seis aumentos que aconteceram de dezembro de 93 a abril de 94. Em cada aumento, ele dava um percentual maior para as distribuidoras. Concedeu aumentos sucessivos e acima da inflação para o distribuidor e aumentos abaixo da inflação para a Petrobrás. Quando chegou em abril de 94, esses ganhos e perdas foram congelados. O que a Petrobrás perdeu foi perenizado com a URV, e o que as distribuidoras ganharam também. Isso representou, na época, uma transferência anual de três bilhões de dólares da Petrobrás para as distribuidoras &#8211; e nós ficamos com a maior margem de distribuição do mundo. Nos EUA, quem faz como a Petrobrás, que pesquisa, produz, transporta e refina, fica com 65% do litro de gasolina vendido, mas a Petrobrás, no Brasil, passou a ficar com 14%. Aquele que distribui — o que pega na refinaria e entrega no posto — fica, nos EUA, com 2%. Aqui, ficaram com cerca de 18%, oito vezes mais, beneficiando o cartel internacional do petróleo”.</p>
<p>  Em seguida, já como presidente – e Serra no Ministério do Planejamento – houve um corte de 52% no investimento da Petrobrás. Entenda-se: a Petrobrás tinha o dinheiro para investir, mas foi proibida de fazer investimentos além de certo nível, quase medíocre. Com isso, impediu o país de alcançar a autossuficiência em petróleo, só conquistada no governo Lula, em 2006.</p>
<p>  Toda a questão era a privatização da Petrobrás, que estava em curso. Como descreve Fernando Siqueira: “outra providência tomada contra a empresa foi, em 1998, colocar três empresas estrangeiras no edifício da Petrobrás. Elas ficaram um ano estudando a Petrobrás, pedindo todos os dados que quisessem, confidenciais, estratégicos, etc. A justificativa era a de que, com a nova lei do petróleo, reduzir-se-ia a participação acionária do governo, porque a lei 2004, para garantir que a Petrobrás seria sempre estatal, dizia que o governo tinha que ter 51% do capital total. E a nova lei previa que basta ao governo ter 50% mais uma ação do capital votante. Como o capital votante pode ser até um terço do capital total, significa que basta que o governo tenha 16,67% para vender 83% das ações para o capital financeiro internacional. Então, em 97, eles venderam 31,4% das ações ordinárias [i.é, com direito a voto] por um preço em torno de 8 bilhões de reais. Esses 31,4% de ações ordinárias equivaliam a cerca de 18% do capital total, ou seja, 54 bilhões de dólares na época. No entanto, esse patrimônio foi vendido por oito bilhões de reais”.</p>
<p>  Tal situação somente começou a ser reparada no governo Lula, quando a União aumentou sua participação na Petrobrás de 32,53% para 48% &#8211; quanto ao capital votante, a União, reduzida a 55,7%, aumentou sua participação para 64%. Ao mesmo tempo, o capital em mãos de estrangeiros diminuiu de 37,8% para 26%.</p>
<p>  Mas a privatização continuou: “Em 1999 foi contratada uma empresa americana, a Arthur D. Little, para fazer o planejamento estratégico da Petrobrás. Essa empresa decidiu que a Petrobrás seria dividida em 40 unidades de negócio. O objetivo deles era que cada uma dessas unidades fosse transformada numa subsidiária e privatizada, porque a ideia era fazer a privatização da Petrobrás sem que a população percebesse. O governo FHC começou a privatização pela REFAP [Refinaria Alberto Pasqualini]. Uma troca de ativos criaria uma terceira empresa e, teoricamente, a Petrobrás aportaria R$ 500 milhões e a multinacional espanhola Repsol, através de sua subsidiária argentina, outros R$ 500 milhões. Numa segunda fase, a Repsol aportaria um pouco mais, ficando dona do controle acionário”.</p>
<p>  A crise argentina salvou a REFAP da privatização. Mas até hoje ela é uma empresa separada, ao contrário das demais refinarias, com 30% do capital pertencente a Repsol – os 70% restantes são da Downstream Participações Ltda, que é controlada pela Petrobrás.</p></blockquote>
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		<title>ANP ignora a discussão no Congresso e anuncia leilão</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 16:54:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joildo Santos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Agência  indica blocos com remanescentes da 8ª rodada, suspensa ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><span style="position:relative;color:green;width:170px;background:white;border-top:  2px solid gold ;border-bottom:2px solid gold;float:right;padding: 0.1em; margin: 0.3em;font-family:Georgia,Verdana,Arial, Helvetica;font-size: 12pt;line-height:26px; text-align: right;"><span style="filter:alpha(opacity=75);-moz-opacity:.75;opacity:.75;">Agência </span><b> </b>indica <br><b></b>blocos <br><b>com </b>remanescentes <br><b>da 8ª </b>rodada, <br><b>suspensa </b>pela <br><b>Justiça, para </b>serem<span style="filter:alpha(opacity=90);-moz-opacity:.90;opacity:.90;"> leiloados</span></span></p>
<p>A Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) encaminhou na segunda-feira ao Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) sugestões de blocos para a 11ª Rodada de Licitação de petróleo a ser realizada em data ainda não definida. A agência não forneceu detalhes da proposta, mas entre os blocos selecionados para serem leiloados estão os remanescentes da 8ª rodada, dos quais alguns podem estar localizados no pré-sal ou na franja do pré-sal. Os leilões para concessão de blocos de exploração às empresas privadas estão suspensos por iniciativa do Palácio do Planalto desde a descoberta do pré-sal.</p>
<p>Da bacia de Santos, onde está localizado o núcleo do pré-sal, voltariam a leilão, segundo a ANP, os blocos dos setores SS-AR2 (Nova Fronteira, em águas rasas) e SS-AP2 (Elevado Potencial, em águas profundas). A iniciativa da agência de tentar retomar os leilões incluindo os blocos não leiloados na 8ª rodada é um atropelo às discussões que estão sendo feitas na sociedade em função das mudanças na regulamentação da exploração de petróleo propostas pelo governo federal. Os projetos com o fim das concessões estão sendo debatidos no Congresso Nacional.<span id="more-2736"></span></p>
<p>O 8º leilão da ANP estava marcado para os dias 28 e 29 de novembro de 2006, com 284 blocos em oferta em sete bacias sedimentares, sendo 58 nas bacias de Santos e Tucano-Sul. Por determinação da ANP a Petrobrás foi cerceada. Sua participação no processo não poderia adquirir mais de 11% dos blocos ofertados. Até a 7ª Rodada, a estatal brasileira tinha adquirido 70% dos blocos leiloados pela ANP. Assim, para favorecer o cartel das Sete Irmãs, na 8ª Rodada a agência estabeleceu uma série de regras, que tinham como objetivo limitar a participação da Petrobrás. Ela não poderia ficar com mais de 11% dos blocos ofertados, segundo cálculo da Associação dos Engenheiros da Petrobrás (Aepet). O esforço da ANP era que o cartel ficasse com a maior parte do petróleo e gás ofertados.</p>
<p>Naquele ano, precisamente no dia 23 de maio, foi indicado para a diretoria da ANP, Nelson Narciso Filho, em votação secreta da Comissão de Serviços de Infra-Estrutura do Senado. Narciso era diretor da petroleira norte-americana Halliburton e nessa função continuou até o mês de junho, cumprindo a dupla função de diretor da petroleira e também da agência reguladora. Em defesa das regras estabelecidas para a 8ª Rodada, o diretor da ANP-Halliburton declarou: “A idéia é evitar que haja uma concentração muito grande nas mãos de uma única empresa. É preciso impedir o retorno do monopólio”.</p>
<p>Antes que o leilão fosse suspenso pela Justiça já no primeiro dia, em função de ações movidas na Justiça contra a discriminação à Petrobrás, como a do Clube de Engenharia, a agência ainda conseguiu vender 38 blocos, arrecadando R$ 588,1 milhões em bônus de assinatura. Na Bacia de Santos, a italiana Eni levou por ínfimos R$ 307,4 milhões o bloco SM-857, localizado no setor AP3, próximo ao bloco de Bem-te-vi (BM-S-8), no pré-sal, adquirido pela Petrobrás na 2ª Rodada de Licitações. “Provavelmente, a localização geográfica desse bloco &#8211; relativamente próxima à área em que foi feita recente e expressiva descoberta &#8211; estimulou o interesse da empresa ENI, de origem italiana, em sua oferta vencedora”, diz a ANP no resumo da 8ª, em seu site.</p>
<p>A norueguesa Statoil ficou com um bloco na franja do pré-sal. Até o momento, nenhuma empresa vencedora dos 38 blocos leiloados naquela rodada assinou contrato com o governo. “Logo depois do marco regulatório do pré-sal, na minha opinião, devemos resolver essa questão da oitava rodada e assinar os contratos”, defendeu a ANP. A agência só não esclareceu se serão assinados sob as regras de Fernando Henrique, no regime de concessão, ou nos marcos da nova Lei do Petróleo, com sistema de partilha.</p>
<p>A explicação arranjada pela ANP para justificar a retomada dos leilões antes do término das discussões da nova legislação, seria uma suposta demora na resolução das pendências jurídicas relativas à 8ª rodada. As “pendências” jurídicas apontadas pela ANP nada mais eram do que as vitórias conquistadas na justiça pelas entidades populares na luta contra a discriminação e a sabotagem à Petrobrás. Além do mais, os próprios leilões de concessão, mesmo em áreas fora do pré-sal, já vinham também sendo questionados pelas entidades e pela sociedade brasileira. “A mudança foi feita em virtude do tempo prolongado que a questão jurídica relativa à oitava rodada tem demandado e por ser vantajosa para o país a possibilidade de inclusão das áreas que não foram objeto de oferta em futuras rodadas”, justificou a ANP em nota no site.</p>
<p>Nenhuma empresa que adquiriu blocos na 8ª rodada assinou contrato na ANP para começar a explorar as áreas devido às ações judiciais. Bem-te-vi ainda não possui estimativa de reservas, mas foi anunciado em maio do ano passado como sendo um reservatório de boa qualidade, com óleo de densidade entre 25 e 28 graus API. Quanto mais próximo de 50, mais leve o petróleo e mais fácil é o seu refino.</p>
<p>Para o diretor do Centro Brasileiro de Infra-estrutura, e professor da UFRJ, Adriano Pires, as áreas retiradas têm perspectivas interessantes por estarem próximas do pré-sal, mas, contrariando a ANP, ele não crê que o governo realize leilões no curto prazo, principalmente com essas áreas. “Tinham blocos do pré-sal, por isso não voltaram até hoje, mas, na minha opinião, a discussão só deve voltar em 2012”, afirmou, lembrando que em 2010 será ano eleitoral e 2011 o primeiro do novo presidente e quando o marco regulatório do pré-sal deverá estar se consolidando.</p></blockquote>
<p><span class="info">Do Jornal Hora do Povo</span></p>
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