Tuitar
Porta do gabinete do Dep. Jair Bolsonaro, defensor da ditadura e dos torturadores.

Torturadores Nunca Mais
Na Câmara dos Deputados há de tudo, inclusive trogloditas políticos. Um deles, o deputado federal Jair Bolsonaro passou dos limites em matéria de sordidez. Ele tem afixado um cartaz na porta de seu gabinete em que aparece um cachorro com um osso na boca e a seguinte legenda: “Desaparecidos da Guerrilha do Araguaia, quem gosta de osso é cachorro”.
Na verdade, o capitão Bolsonaro sempre defendeu torturadores e figuras da área militar que serviram a ditadura que se instalou no Brasil depois de 1 de abril de 1964. Tem se notabilizado por pronunciamentos provocadores que são reproduzidos em sites de extrema-direita.
Ao discursar e adotar práticas provocativas, Bolsonaro na verdade está se comunicando com seguidores da extrema de direita, onde angaria votos.
Só que agora este parlamentar boquirroto de baixo nível ultrapassou os limites. Deve ser advertido e até mesmo objeto de uma rigorosa investigação da Comissão de Ética da Câmara, que pode levar a uma cassação de mandato se o parlamentar não retirar imediatamente o cartaz desrespeitoso às vítimas da guerrilha de Araguaia e seus familiares, além de pedir desculpas pela ofensa.
O que Bolsonaro fez se equipara ao que nazi-fascistas fazem em relação aos acontecimentos da II Guerra Mundial, muitos deles negando até a existência do Holocausto e sempre quando podem humilhando as vítimas da barbárie do III Reich. Bolsonaro pertence à mesma linhagem e não pode ser objeto de complacência da presidência da Câmara dos Deputados.
Michel Temer precisa se posicionar imediatamente, inclusive responder as manifestações de entidades defensoras dos direitos humanos que escreveram para ele protestando, como o Grupo Tortura Nunca Mais de São Paulo, contra o comportamento antiético de Jair Bolsonaro.
Se nada for feito no caso, Temer estará contribuindo para que a imagem do Congresso continue cada vez mais baixa em função não apenas da existência de um Bolsonaro, como de outros parlamentares que queimam tanto a Câmara dos Deputados como o Senado.
Como Temer precisa ser pressionado para se manifestar sobre qualquer coisa, é preciso que os leitores se empenhem no sentido de divulgar o que Bolsonaro fez e exigir que a mídia hegemônica noticie o caso. Se Michel Temer ler alguma coisa num dos jornalões de circulação nacional sobre o caso ou ser perguntado em algum telejornal, é possível então que o presidente da Câmara dos Deputados tome providências em relação ao parlamentar troglodita político.
Se Bolsonaro for beneficiado pelo silêncio da mídia, aí então dificilmente Temer e mesmo os integrantes da Comissão de Ética adotarão alguma medida. Bolsonaro e os seus amigos torturadores continuarão fazendo pronunciamentos justificando os anos de chumbo e apostando na impunidade.
Na Argentina, no Chile, no Uruguai e Paraguai se um troglodita contumaz tiver o mesmo comportamento de Bolsonaro, o referido estará com seus dias contados na política. Mais cedo ou mais tarde será removido para o lixo da história ou ainda punido por prestar solidariedade a torturadores.
Em suma: Bolsonaro e torturadores nunca mais!


4 Comentários
Joildo, usei seu texto no leu blog, com a devida referência!
Não sei o porque de tanta indignação dos Srs. pois vivem somente de denunciar os torturadores e muitas vezes, essas denuncias são calunias, como ja se pode ver em diversos ocasiões, inclusive comprovadas judicialmente. Voces não são a verdade incontestavel, nem tampouco o exemplo de ética. O que Bolsonaro fez é somente a sua livre manisfestação de sua liberdade de expressão e voces o ofenderam com toda ordem de palavras e “elogios”. Aliás voces são muitos pequenos pra defenderam o que se prpuseram.
Sr. Joildo Santos, como era de se esperar de você, dono incontestável da verdade, distorceu o que escrevi sobre o episódio do Dep. Bolsonaro com relação aos mortos no Araguaia, pois em nenhum momento expressei ser defensor dos atos do governo de excessão que se implantou no país atraves de uma revolução democratica em 1964 e que somente mais tarde tornou-se uma ditadura, por volta de 1967 pra combater os “bons brasileiros” que queriam implantar a ditadura do proletariado e, isso não há duvida alguma, foi então uma ditadura lutando pra que não fosse implantada uma ditadura ainda mais nefasta e cruel, como foi a de Cuba, por exemplo, com milhares de fuzilhamentos, exilios e a escravização e pobreza do povo. Não sou a favor da nenhuma ditadura, tampouco da tortura, pois ao contrário do que os senhores pregam sou a favor da liberdade individual em toda sua essência, a qual engloba também a livre manisfestação de expressão, ainda que não agrade os senhores marxistas.
Ditadura alguma deve ser defendida.
Revolução democrática? E o que fizeram no primeiro dia de “revolução” queimando a sede da UNE???
Essa é boa, houve ditadura para evitar uma ditadura.
Um presidente democraticamente eleito e exercendo o poder dentro da lei, ser derrubado para você é normal?
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#ultimasdablogosfera Joildo: Tortura nunca mais! http://is.gd/JAiC
#ultimasdablogosfera Joildo: Tortura nunca mais! http://is.gd/JAiC
Na Câmara dos Deputados, como em qualquer outro lugar, há de tudo, inclusive trogloditas como Bolsonaro… RT @joildo http://migre.me/1EB7
Um defensor do Bolsonaro e da Ditadura no meu blog o que acham? http://bit.ly/aoUtVE
[...] ex-capitão do exército, Bolsonaro tem o costume de insultar defensores dos Direitos Humanos e de defender a tortura sem, porém, jamais ter sido punido por seus [...]
[...] ex-capitão do exército, Bolsonaro tem o costume de insultar defensores dos Direitos Humanos e de defender a tortura sem, porém, jamais ter sido punido por seus [...]
[...] ex-capitão do exército, Bolsonaro tem o costume de insultar defensores dos Direitos Humanos e de defender a tortura sem, porém, jamais ter sido punido por seus [...]
[...] a former army captain, Bolsonaro has made a habit of insulting human rights defenders as well as defending torture, but has never been punished by his peers [...]
[...] 極右政策を支持し、元陸軍大尉だったBolsonaroは人権保護の立場をとる者を侮辱するのを常としており、また、拷問にも肯定的である。しかし、同僚に罰せられたことは一度もない。 [...]