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	<title>Comentários sobre: Disk Fonte: o jornalismo papagaio de repetição</title>
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	<description>Sobre os ombros de gigantes</description>
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		<title>Por: Joildo Santos</title>
		<link>http://www.joildo.net/artigos/disk-fonte-o-jornalismo-papagaio-de-repeticao/comment-page-1/#comment-10981</link>
		<dc:creator>Joildo Santos</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Sep 2010 18:31:23 +0000</pubDate>
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		<content:encoded><![CDATA[<p><span class="topsy_trackback_comment"><span class="topsy_twitter_username"><span class="topsy_trackback_content">Disk Fonte: o jornalismo papagaio de repetição <a href="http://is.gd/JtoR" rel="nofollow">http://is.gd/JtoR</a></span></span></span></p>
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		<title>Por: Curso de Jornalismo Prático: O manual do colunista</title>
		<link>http://www.joildo.net/artigos/disk-fonte-o-jornalismo-papagaio-de-repeticao/comment-page-1/#comment-6940</link>
		<dc:creator>Curso de Jornalismo Prático: O manual do colunista</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Jan 2010 01:40:29 +0000</pubDate>
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		<description>[...] caiu, o Blog do Sakamoto reforça o seu Curso de Jornalismo Prático. Já em sua terceira aula (a primeira e a segunda, sobre o Disk-Fonte: O Jornalismo Papagaio de Repetição, foram um sucesso), o Curso [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] caiu, o Blog do Sakamoto reforça o seu Curso de Jornalismo Prático. Já em sua terceira aula (a primeira e a segunda, sobre o Disk-Fonte: O Jornalismo Papagaio de Repetição, foram um sucesso), o Curso [...]</p>
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		<title>Por: Disk Fonte: o jornalismo papagaio de repetição &#8211; Parte 2 &#124; Joildo Santos</title>
		<link>http://www.joildo.net/artigos/disk-fonte-o-jornalismo-papagaio-de-repeticao/comment-page-1/#comment-2890</link>
		<dc:creator>Disk Fonte: o jornalismo papagaio de repetição &#8211; Parte 2 &#124; Joildo Santos</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2009 05:46:15 +0000</pubDate>
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		<description>[...] midia  Sem comentários  2 visualizações  Dada o sucesso do “Disk Fonte”, este blog traz o Disk Fonte: o jornalismo papagaio de repetição &#8211; Parte 2 (a Missão), com sugestões colhidas em redações e entre os leitores deste [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] midia  Sem comentários  2 visualizações  Dada o sucesso do “Disk Fonte”, este blog traz o Disk Fonte: o jornalismo papagaio de repetição &#8211; Parte 2 (a Missão), com sugestões colhidas em redações e entre os leitores deste [...]</p>
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		<title>Por: Carlos Silva</title>
		<link>http://www.joildo.net/artigos/disk-fonte-o-jornalismo-papagaio-de-repeticao/comment-page-1/#comment-2791</link>
		<dc:creator>Carlos Silva</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 May 2009 02:37:39 +0000</pubDate>
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		<description>Antes de haver a interatividade, de o leitor poder ser um agente ativo, a imprensa sempre foi fundamentalmente manipuladora. A informação em estado bruto é sem graça, aqueles que são considerados bons jornalistas hoje são aqueles que conseguem criar uma matéria interessante: enfatizando fatos interessantes, tirando frases fora do contexto, criando manchetes chamativas que não têm muito a ver com o texto em questão. Essas novas tecnologias permitiram de um lado desmascarar esse tipo de jogo justamente quando a manipulação da mídia para os seus interesses próprios atingiu o auge, e a imprensa não tem alternativa a não ser fazer um bom jornalismo. Depois permite uma multiplicidade de visões sobre um mesmo episódio que a mídia deixou de apresentar mesmo antes. A Folha de S. Paulo, por exemplo, mantinha uma diversidade, através dos colunistas com diferentes pontos de vista, e agora isso acabou. Outros jornais também assumem estrutura de panfleto único. Então é oferecido apenas um ângulo ao leitor, que vai aceitar passivamente. O máximo que pode fazer é mandar uma carta para o jornal. Na Internet o jogo é outro: se o leitor discorda, ele pode falar de imediato. Quem uma vez entra no mundo interativo não tem mais paciência de voltar para a visão passiva. Começa a desmontar essa mística de que jornalista tudo sabe. 

O papel do jornalista muda fundamentalmente, somos obrigados a nos expor frente ao nosso leitor, que pode nos corrigir. É necessário segurança para opinar, porque podemos ser questionados, e o jornalista deve ter humildade para reconhecer quando o leitor tem razão e mudar sua opinião. O leitor é um agente ativo agora, e os jornalões não podem fazer isso, porque é um modelo que terminou. Há um estilhaçamento da opinião pública, que vai ser fundamental para a próxima etapa de consolidação da democracia. Exemplo disso é que a mídia inteira tenta transformar o presidente do STF Gilmar Mendes em herói nacional. Se você fizer uma pesquisa nos sites dos jornais, 90% dos leitores o consideram uma figura nefasta. Essa situação deixa perceber que esse ciclo em que a mídia controlava a opinião pública terminou.

“...Em um contexto geral, a blogosfera é o exercício da diversidade. Ela permite aos leitores, críticos efetivamente, não só formar opinião como fazer isso a partir da consulta de vários blogs. A Veja, por exemplo, tem alta tiragem. O público formador de opinião, aquele mais crítico, independentemente de posição política não leva a Veja a sério. É o mesmo grupo que deixou de levar O Globo a sério. É um processo que acaba atingindo mais e mais pessoas. E a blogosfera acelerou isso. Todos as “pisadas de bola” desses veículos, manipulação, notícias erradas e assassinatos de reputação, em dois minutos estão na blogosfera. Essas demonstrações de poder absurdas vão contaminando e diluindo a influência da mídia.”

“Como imprensa escrita, está fadada ao fim. A grande discussão é em quanto tempo. Com a crise dos jornais, o modelo impresso ficou inviável, o custo é muito alto e a publicidade passa a ser distribuída pela Internet, por outros eventos. Aquele pacto entre agência de publicidade e jornal vai se esfacelar. As empresas vão ter que entrar no mundo virtual, onde o jogo é outro. É um meio em que não há necessidade do investimento pesado de capital, e então a possibilidade de aparecerem novos agentes aumenta substancialmente. Isso acaba com o controle sobre a opinião. O mesmo vai acontecer com a televisão. Hoje eu consigo montar um estúdio e transmitir pela Internet por 20 mil reais. Antes precisava de milhões, então é um jogo democratizante fantástico. E o ponto mais fantástico é que a opinião se forma através de alianças pontuais. Na minha briga contra a Veja, alguns blogs ajudaram, publicando textos de apoio. Mas se você pisar fora da linha, perde os aliados: é um jogo de legitimação permanente. Não é a mesma estrutura de a Folha de S.Paulo dar uma notícia e os jornais, tvs e rádios locais a repetirem até que ela se transforme em uma verdade. Isso acabou.”

A tecnologia trouxe a democratização. Toda a concentração de poder político no Brasil se dava através da mídia. Somente o que ganhava espaço na mídia tinha repercussão no executivo e no legislativo. Agora blogs e sites funcionam como meios de disseminar informações e ideias. No meu blog levanto temas para os leitores que nunca foram publicados na mídia. E os leitores também comentam e trazem mais informações sobre esses assuntos, ampliando a sua divulgação. Outro dia, um leitor trouxe informações sobre a cultura musical do Cariri, em pleno sertão pernambucano. Publiquei a nota e de repente eram 25 posts trazendo informações. A revolução que vai democratizar a produção de conteúdo e o acesso às informações vai se dar nas novas mídias.  

Luis Nassif em entrevista ao Portal UFMG

sugestões de reportagens: 
http://www.ufmg.br/online/arquivos/012013.shtml</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Antes de haver a interatividade, de o leitor poder ser um agente ativo, a imprensa sempre foi fundamentalmente manipuladora. A informação em estado bruto é sem graça, aqueles que são considerados bons jornalistas hoje são aqueles que conseguem criar uma matéria interessante: enfatizando fatos interessantes, tirando frases fora do contexto, criando manchetes chamativas que não têm muito a ver com o texto em questão. Essas novas tecnologias permitiram de um lado desmascarar esse tipo de jogo justamente quando a manipulação da mídia para os seus interesses próprios atingiu o auge, e a imprensa não tem alternativa a não ser fazer um bom jornalismo. Depois permite uma multiplicidade de visões sobre um mesmo episódio que a mídia deixou de apresentar mesmo antes. A Folha de S. Paulo, por exemplo, mantinha uma diversidade, através dos colunistas com diferentes pontos de vista, e agora isso acabou. Outros jornais também assumem estrutura de panfleto único. Então é oferecido apenas um ângulo ao leitor, que vai aceitar passivamente. O máximo que pode fazer é mandar uma carta para o jornal. Na Internet o jogo é outro: se o leitor discorda, ele pode falar de imediato. Quem uma vez entra no mundo interativo não tem mais paciência de voltar para a visão passiva. Começa a desmontar essa mística de que jornalista tudo sabe. </p>
<p>O papel do jornalista muda fundamentalmente, somos obrigados a nos expor frente ao nosso leitor, que pode nos corrigir. É necessário segurança para opinar, porque podemos ser questionados, e o jornalista deve ter humildade para reconhecer quando o leitor tem razão e mudar sua opinião. O leitor é um agente ativo agora, e os jornalões não podem fazer isso, porque é um modelo que terminou. Há um estilhaçamento da opinião pública, que vai ser fundamental para a próxima etapa de consolidação da democracia. Exemplo disso é que a mídia inteira tenta transformar o presidente do STF Gilmar Mendes em herói nacional. Se você fizer uma pesquisa nos sites dos jornais, 90% dos leitores o consideram uma figura nefasta. Essa situação deixa perceber que esse ciclo em que a mídia controlava a opinião pública terminou.</p>
<p>“&#8230;Em um contexto geral, a blogosfera é o exercício da diversidade. Ela permite aos leitores, críticos efetivamente, não só formar opinião como fazer isso a partir da consulta de vários blogs. A Veja, por exemplo, tem alta tiragem. O público formador de opinião, aquele mais crítico, independentemente de posição política não leva a Veja a sério. É o mesmo grupo que deixou de levar O Globo a sério. É um processo que acaba atingindo mais e mais pessoas. E a blogosfera acelerou isso. Todos as “pisadas de bola” desses veículos, manipulação, notícias erradas e assassinatos de reputação, em dois minutos estão na blogosfera. Essas demonstrações de poder absurdas vão contaminando e diluindo a influência da mídia.”</p>
<p>“Como imprensa escrita, está fadada ao fim. A grande discussão é em quanto tempo. Com a crise dos jornais, o modelo impresso ficou inviável, o custo é muito alto e a publicidade passa a ser distribuída pela Internet, por outros eventos. Aquele pacto entre agência de publicidade e jornal vai se esfacelar. As empresas vão ter que entrar no mundo virtual, onde o jogo é outro. É um meio em que não há necessidade do investimento pesado de capital, e então a possibilidade de aparecerem novos agentes aumenta substancialmente. Isso acaba com o controle sobre a opinião. O mesmo vai acontecer com a televisão. Hoje eu consigo montar um estúdio e transmitir pela Internet por 20 mil reais. Antes precisava de milhões, então é um jogo democratizante fantástico. E o ponto mais fantástico é que a opinião se forma através de alianças pontuais. Na minha briga contra a Veja, alguns blogs ajudaram, publicando textos de apoio. Mas se você pisar fora da linha, perde os aliados: é um jogo de legitimação permanente. Não é a mesma estrutura de a Folha de S.Paulo dar uma notícia e os jornais, tvs e rádios locais a repetirem até que ela se transforme em uma verdade. Isso acabou.”</p>
<p>A tecnologia trouxe a democratização. Toda a concentração de poder político no Brasil se dava através da mídia. Somente o que ganhava espaço na mídia tinha repercussão no executivo e no legislativo. Agora blogs e sites funcionam como meios de disseminar informações e ideias. No meu blog levanto temas para os leitores que nunca foram publicados na mídia. E os leitores também comentam e trazem mais informações sobre esses assuntos, ampliando a sua divulgação. Outro dia, um leitor trouxe informações sobre a cultura musical do Cariri, em pleno sertão pernambucano. Publiquei a nota e de repente eram 25 posts trazendo informações. A revolução que vai democratizar a produção de conteúdo e o acesso às informações vai se dar nas novas mídias.  </p>
<p>Luis Nassif em entrevista ao Portal UFMG</p>
<p>sugestões de reportagens:<br />
<a href="http://www.ufmg.br/online/arquivos/012013.shtml" rel="nofollow">http://www.ufmg.br/online/arquivos/012013.shtml</a></p>
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	<item>
		<title>Por: Adroaldo Portal</title>
		<link>http://www.joildo.net/artigos/disk-fonte-o-jornalismo-papagaio-de-repeticao/comment-page-1/#comment-7456</link>
		<dc:creator>Adroaldo Portal</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 May 2009 01:06:16 +0000</pubDate>
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		<content:encoded><![CDATA[<p><span class="topsy_trackback_comment"><span class="topsy_twitter_username"><span class="topsy_trackback_content">Não se trata de opinião, é fato mesmo! RT @joildo Disk Fonte: o jornalismo papagaio de repetição <a href="http://migre.me/1Emv" rel="nofollow">http://migre.me/1Emv</a></span></span></span></p>
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	<item>
		<title>Por: GVO em Português</title>
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		<dc:creator>GVO em Português</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 May 2009 23:01:49 +0000</pubDate>
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		<title>Por: Antonio Arles</title>
		<link>http://www.joildo.net/artigos/disk-fonte-o-jornalismo-papagaio-de-repeticao/comment-page-1/#comment-6321</link>
		<dc:creator>Antonio Arles</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 May 2009 02:52:05 +0000</pubDate>
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		<title>Por: Blog Arlesophia Fake</title>
		<link>http://www.joildo.net/artigos/disk-fonte-o-jornalismo-papagaio-de-repeticao/comment-page-1/#comment-7458</link>
		<dc:creator>Blog Arlesophia Fake</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 May 2009 00:52:05 +0000</pubDate>
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	<item>
		<title>Por: Jornalistas Anônimos</title>
		<link>http://www.joildo.net/artigos/disk-fonte-o-jornalismo-papagaio-de-repeticao/comment-page-1/#comment-2786</link>
		<dc:creator>Jornalistas Anônimos</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 May 2009 00:51:04 +0000</pubDate>
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		<description>Público lota auditório da Reitoria (UFMG) para debate sobre jornalismo independente.
quarta-feira, 27 de maio de 2009, às 18h54 

Com a participação de cerca de 200 pessoas, o auditório da Reitoria foi palco, durante a tarde de hoje, do seminário Jornalismo Independente – liberdade de imprensa, direito à informação e democracia no Brasil. O evento foi mediado pelo reitor Ronaldo Pena. As qualidades de um bom jornalista, a concentração da propriedade dos meios de comunicação, o poder da mídia, o sensacionalismo, as novas tecnologias de informação, o conceito de jornalismo independente, a relação entre o Estado e a imprensa, o direito de resposta e a revogação da lei de imprensa pelo STF foram os temas postos em destaque pelos debatedores - Luis Nassif, jornalista; Venício Lima, professor de Comunicação Social da Universidade de Brasília (UnB) e Luciano de Araújo Ferraz, professor de direito da UFMG.

“As informações estão à disposição. A internet é uma base de dados impressionante. Isso tem duas implicações importantes. Por um lado, as pessoas têm agora condições de se defender, no meio virtual, de eventuais denúncias da imprensa e da mídia em geral. Por outro lado, fica mais fácil produzir um escândalo. Um simples problema burocrático pode ser detectado e transformado pela mídia numa denúncia sensacionalista de grandes proporções. A resposta é transparência. Os políticos e as instituições terão que ser o mais transparentes possíveis”, alertou Nassif, ao analisar o impacto do desenvolvimento tecnológico sobre o modelo político vigente no país.

Luciano Ferraz abordou o jornalismo do ponto de vista jurídico. Ele criticou a forma como os meios de comunicação têm trabalhado. “A PRESSA pelo furo jornalístico atropela os direitos fundamentais. De vez em quando, lemos num jornal que fulano, procurado pela redação, não foi encontrado para comentar a situação. O jornalista telefona de madrugada no domingo para o escritório da fonte; obviamente não a encontra e, como tem pressa em apresentar a denúncia, publica a matéria e ainda diz que procurou o acusado”, critica.

http://www.ufmg.br/online/arquivos/012014.shtml</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Público lota auditório da Reitoria (UFMG) para debate sobre jornalismo independente.<br />
quarta-feira, 27 de maio de 2009, às 18h54 </p>
<p>Com a participação de cerca de 200 pessoas, o auditório da Reitoria foi palco, durante a tarde de hoje, do seminário Jornalismo Independente – liberdade de imprensa, direito à informação e democracia no Brasil. O evento foi mediado pelo reitor Ronaldo Pena. As qualidades de um bom jornalista, a concentração da propriedade dos meios de comunicação, o poder da mídia, o sensacionalismo, as novas tecnologias de informação, o conceito de jornalismo independente, a relação entre o Estado e a imprensa, o direito de resposta e a revogação da lei de imprensa pelo STF foram os temas postos em destaque pelos debatedores &#8211; Luis Nassif, jornalista; Venício Lima, professor de Comunicação Social da Universidade de Brasília (UnB) e Luciano de Araújo Ferraz, professor de direito da UFMG.</p>
<p>“As informações estão à disposição. A internet é uma base de dados impressionante. Isso tem duas implicações importantes. Por um lado, as pessoas têm agora condições de se defender, no meio virtual, de eventuais denúncias da imprensa e da mídia em geral. Por outro lado, fica mais fácil produzir um escândalo. Um simples problema burocrático pode ser detectado e transformado pela mídia numa denúncia sensacionalista de grandes proporções. A resposta é transparência. Os políticos e as instituições terão que ser o mais transparentes possíveis”, alertou Nassif, ao analisar o impacto do desenvolvimento tecnológico sobre o modelo político vigente no país.</p>
<p>Luciano Ferraz abordou o jornalismo do ponto de vista jurídico. Ele criticou a forma como os meios de comunicação têm trabalhado. “A PRESSA pelo furo jornalístico atropela os direitos fundamentais. De vez em quando, lemos num jornal que fulano, procurado pela redação, não foi encontrado para comentar a situação. O jornalista telefona de madrugada no domingo para o escritório da fonte; obviamente não a encontra e, como tem pressa em apresentar a denúncia, publica a matéria e ainda diz que procurou o acusado”, critica.</p>
<p><a href="http://www.ufmg.br/online/arquivos/012014.shtml" rel="nofollow">http://www.ufmg.br/online/arquivos/012014.shtml</a></p>
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