Aldo é o candidato à vice-prefeito de Marta em São Paulo
FOLHA - O bloco se aliará ao PT?
ALDO REBELO - A partir do momento que o bloco negocia com o PT, colocando condições como ter a vice, desde que seja o meu nome apresentado, discutir o programa e a participação no governo, autorizei os partidos a iniciarem conversações.FOLHA - O sr. aceita ser vice?
ALDO - Sim, embora o resultado ainda esteja subordinado às negociações com o PT.FOLHA - E a participação de Lula?
ALDO - Foi decisiva a participação do governador Eduardo Campos e do presidente Lula. O governador intermediou minha conversa com o presidente, que mostrou grande empenho para a aliança acontecer em São Paulo e em outras capitais.FOLHA - O fracasso dos acordos em outras cidades atrapalha?
ALDO - Não há subordinação. Mas é um gesto [o apoio a Marta] que tem importante simbologia para que acordos também evoluam em outras capitais.FOLHA - Por que apoiar Marta?
ALDO - O bloco manteve uma política de portas abertas. Conversamos com Kassab, Alckmin, mas não há como negar afinidade política, programática e histórica entre esses partidos e o PT. Era natural.FOLHA - E a mágoa com o PT?
ALDO - Está superada na medida em que o PT fracassou ao tentar uma aliança com o PMDB. O bloco tinha opção da candidatura, mas faz um gesto diante da fragilidade da política de alianças do PT.FOLHA - Então, sai o acordo.
ALDO - Eu sou otimista. Nós temos uma aliança importante no governo Lula. Devemos olhar com otimismo crítico a possibilidade de fazermos a aliança, a campanha e governarmos juntos.
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Por Joildo Santos em 20 de junho de 2008
Na categoria brasil, politica
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